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Verificador de meta tags e hreflang: erros de hreflang

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Digite o endereço de uma página. O servidor do dieg.dev a abre, mostra tudo o que há no head (title, meta tags, tags link, canonical, robots) e verifica as anotações de hreflang. As tags que um script acrescenta depois que a página carrega não são vistas.

Abre cada página da lista de hreflang (até 8): o status, os redirecionamentos e se ela tem link de volta para esta página. Exige uma requisição para cada página, então é mais lento.

Gerador de tags hreflang

Liste as versões de uma página: o endereço, o idioma e, se preciso, a região. Você recebe as tags link para o head, o cabeçalho HTTP e o sitemap XML. Tudo é feito no seu navegador e nada é enviado nem salvo. Coloque o mesmo conjunto de tags em todas as versões da página. Escolha uma região somente quando você tiver versões separadas de um idioma para países diferentes (por exemplo en-GB e en-US): a lista mostra primeiro as regiões usuais do idioma.

Endereço da versão Idioma (ISO 639-1) Região (ISO 3166-1)
A página para usuários cujo idioma não está na lista. Escolha um dos endereços acima.
os três resultados em um só texto, para uma mensagem a um desenvolvedor

Verificador de meta tags e hreflang: leia o head de uma página e encontre erros de hreflang

Digite um endereço e a ferramenta mostra tudo o que há no head da página: o title, cada tag <meta> (name, property, http-equiv e charset), as tags <link>, o endereço canonical e as regras para robôs, incluindo o cabeçalho X-Robots-Tag. A parte principal é a verificação do hreflang: o resultado aparece no topo da página, em vermelho quando há um erro. Abaixo do verificador há um gerador de tags hreflang: para cada idioma ele oferece primeiro as regiões usuais dele, e os botões de copiar entregam o resultado como um texto que você pode enviar a um desenvolvedor. Um verificador de meta tags e um validador de hreflang em uma só página.

O que é hreflang

As anotações de hreflang informam ao Google quais versões de uma página existem para outros idiomas e regiões. O Google descreve três formas de informá-las, e a ferramenta lê as duas primeiras:

  • Tags link no head: <link rel="alternate" hreflang="en-GB" href="https://example.com/en/" />, uma para cada versão, inclusive a própria página.
  • O cabeçalho HTTP Link, usado para arquivos que não são HTML: Link: <https://example.com/en/>; rel="alternate"; hreflang="en-GB", ...
  • Um sitemap com elementos xhtml:link dentro de cada url. A ferramenta não lê sitemaps, mas o gerador abaixo pode criar um.

As regras que a verificação usa

Elas vêm da documentação do Google, "Tell Google about localized versions of your page":

  • "Each language version must list itself as well as all other language versions."
  • "If two pages don't both point to each other, the tags will be ignored." Este é o link de retorno, e a verificação profunda abre as páginas alternativas para procurá-lo.
  • "Alternate URLs must be fully-qualified, including the transport method (http/https)."
  • O idioma é um código ISO 639-1 (duas letras) e a região um código ISO 3166-1 Alpha 2. "You can't specify the country code by itself." O Google ignora um código de região inválido e cita EU, UN e UK como exemplos (o código do Reino Unido é GB).
  • x-default é um valor reservado para usuários cujas configurações de idioma não correspondem a nenhuma das suas versões.

O que a ferramenta informa

  • Erros (vermelho): um código de idioma ou região desconhecido, uma região sem idioma, um sublinhado em vez de hífen, um código de idioma de três letras, um endereço que não é completo, uma página que não lista a si mesma, um valor que aponta para endereços diferentes e, na verificação profunda, uma página alternativa que não pode ser aberta, devolve um status de erro ou não tem link de retorno.
  • Avisos (âmbar): a mesma anotação repetida, uma lista sem outra versão, um endereço canonical diferente do endereço da página, um endereço alternativo que redireciona, uma página alternativa com noindex ou com outro endereço canonical.
  • Observações (azul): sem x-default, uma regra noindex na página, nenhum hreflang encontrado, o número de páginas que não foram verificadas.

O resultado "nenhum problema de hreflang encontrado" significa que essas verificações passaram. Não é uma promessa sobre o que um buscador fará. A lista dos códigos de idioma e região vem de conjuntos de dados abertos dos padrões ISO, e a verificação não diferencia maiúsculas de minúsculas. Rode a ferramenta também em cada versão de idioma: cada versão tem o próprio conjunto de tags.

Como o gerador escolhe as regiões

Para cada idioma o gerador mostra primeiro as regiões usuais dele, e todas as outras regiões ficam na lista abaixo. As regiões usuais vêm do arquivo territoryInfo.json do Unicode CLDR (versão 48): uma região é incluída quando o idioma tem status oficial nela e o PIB da região é de pelo menos 1% da soma do PIB de todas as regiões em que o idioma é oficial; no máximo 12 regiões, as maiores primeiro. Para o inglês isso dá US, IN, GB, CA, AU, PK, NG, PH, ZA, SG e IE, para o russo RU, KZ, UA e BY, para o português BR, PT, AO, MO e MZ. Um par que não está na lista, por exemplo de-CU, ainda é possível: o gerador só acrescenta uma observação abaixo da tabela. É uma dica da interface, não uma regra do Google. Escolha uma região somente quando você tiver versões separadas de um idioma para países diferentes.

A verificação profunda das páginas alternativas

Quando você marca "Verificar também as páginas alternativas", a ferramenta abre cada endereço da lista de hreflang (até 8) e lê o status, os redirecionamentos, as anotações de hreflang dele, o endereço canonical e as regras para robôs. Se uma página alternativa não lista a página verificada, você recebe um erro de link de retorno ausente. Ela faz uma requisição para cada página, então é mais lenta e mais restrita.

O que as meta tags significam

  • <meta charset="utf-8"> declara a codificação de caracteres do documento. MDN: UTF-8 é a única codificação válida para documentos HTML5, e a tag deve ficar inteiramente dentro dos primeiros 1024 bytes do documento. O Google também recomenda UTF-8.
  • name e content funcionam juntos como o nome e o valor dos metadados. http-equiv define uma diretiva pragma, uma instrução para o navegador; os valores permitidos são nomes de cabeçalhos HTTP equivalentes.
  • description: o Google diz que essa tag oferece uma breve descrição da página e, em algumas situações, a descrição é usada no snippet dos resultados de busca.
  • robots e googlebot controlam o comportamento de rastreamento e indexação. A primeira se aplica a todos, a segunda é específica do Google.
  • viewport informa ao navegador como renderizar a página em um dispositivo móvel; a presença dela indica ao Google que a página é adequada para dispositivos móveis. A MDN recomenda <meta name="viewport" content="width=device-width" /> e avisa que user-scalable=no impede que pessoas com baixa visão leiam a página.
  • keywords: o Google diz que a tag meta keywords não é usada pela Pesquisa Google e não tem nenhum efeito na indexação e no ranqueamento.

Bom saber

  • A ferramenta lê o HTML como o servidor o entrega (os primeiros 1,5 MB). Tags que o JavaScript acrescenta depois que a página carrega não são vistas.
  • A requisição é feita a partir do servidor do dieg.dev. A ferramenta envia o próprio nome no User-Agent (DiegDevChecker) e apenas requisições GET simples. Só endereços públicos e as portas web usuais são verificados, e o número de verificações é limitado. Um registro curto das verificações (o host verificado, o horário e um código do visitante, não o endereço) é guardado por 7 dias para responder a reclamações.

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